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Caso Alepa: Advogado diz 'Max Ribeiro é inocente'

22/02/2011 - 19:00 - Pará
 

Após descoberta de fraudes na Alepa  (Assembléia Legislativa do Pará), o servidor Max Ribeiro defendeu-se das acusações da ex funcionária Mônica Alexandra da Costa Pinto, de que ele era o responsável pela folha de pagamento dos funcionários do órgão desde 2007, quando foram feitos empréstimos no nome da ex servidora.

 

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O advogado de defesa, Robério de Oliveira, que representou Max afirmou que seu cliente é inocente. 'O Max assumiu o cargo no dia três de janeiro desse ano, ou seja, ele assumiu o cargo depois de ter ocorrido a fraude'.

 

 


De acordo com Robério o documento que comprova a data em que Max assumiu o cargo não está na posse do servidor. 'O documento que prova que o Max assumiu em janeiro está sob a responsabilidade do Ministério Público e nós não temos acesso', explica.

 


Os últimos acontecimentos anteciparam o pedido de sindicância para apurar os fatos, a decisão será enviada ao Ministério Público que poderá entrar com pedido de exoneração dos funcionários envolvidos.


 

Caso - A ex servidora teria sido exonerada do cargo por conta de empréstimos feitos à Alepa. Mônica teria falsificado a assinatura para ser considerada efetiva ao invés de comissionada, a Alepa terá que pagar a dívida não quitada ao banco.

 

Após a descoberta do débito milionário no saldo da Alepa, o presidente, Manoel Pioneiro, declarou a exoneração de Mônica Alexandre da Costa Pinto, alegando que ela seria apenas uma das pessoas que estariam envolvidas no desvio do dinheiro.

 

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Pioneiro salientou que o esquema fazia parte de um 'caso isolado' e que 'não havia nenhuma relação com a Casa. Não tenho nada a ver com a administração passada', explicou.


Em relação à exoneração de apenas uma servidora em um esquema que ele mesmo diz que pode haver mais pessoas envolvidas, Pioneiro analisou: 'Esta é uma atitude isolada de uma pessoa que conseguiu fazer com que mais pessoas participassem da situação, então isso não tem como respingar na Casa e nos deputados'.


Manoel Pioneiro garantiu que serão tomadas todas as providências administrativas e jurídicas, envolvendo inclusive o Ministério Público e Justiça Estadual.


Redação Portal ORM

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